segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Opinião - A questão do desemprego no Brasil

A luta pelo primeiro emprego
A situação de nosso querido Brasil está caótica. O número de desempregados cresce vertiginosamente enquanto que os poucos empregados lutam por salários mais dignos através de greves que muitas vezes são alvos de crítica da própria sociedade.

“Cada um que segure o seu”, esse é o lema da atual conjuntura nacional. Os Q.Is (quem indicam) estão em extinção e quem tem o seu empreguinho, deve rezar todos dias agradecendo pela oportunidade de estar exercendo um trabalho, já que quem não tem, sente-se perdido e incapaz.

Como conseguir o primeiro emprego sem experiência ou sem aquele empurrãozinho? O mercado não quer saber por que você não tem experiência ou saber, por exemplo, as razões que levaram você a preferir se dedicar 4 ou 5 anos de sua vida a um curso superior sem trabalhar paralelamente, não quer saber se você sabe inglês, se tem pós-graduação ou um MBA. O mercado quer muito, mas muito mais: quer um superdotado que saia da faculdade com no mínimo 5 anos de experiência de preferência comprovado na carteira.

Nietzsche, filósofo alemão, abordou a necessidade de um super-homem na sociedade, na qual a perfeição era exigida com a maior naturalidade. Para ele, nesta batalha que chamamos de vida, precisamos não de bondade, mas de força, não de humildade, mas de orgulho, não de altruísmo, mas de uma inteligência resoluta; que igualdade e democracia são contrárias à natureza da seleção e da sobrevivência; que os gênios e não as massas, são o objetivo da evolução; que o poder e não a “justiça” é o árbitro de todas diferenças e de todos os destinos.

Assim, a inteligência não é a única virtude necessária para você galgar um lugar ao sol. É preciso mais. Nietzsche estava certo: é preciso ser um super – homem.

Mas quem são os super-homens do nosso querido Brasil? A TV com suas novelas e seus protagonistas fazem a vez do super-homem. Esses protagonistas assim como modelos, jogadores de futebol e celebridades instantâneas conseguem entreter-nos, simples mortais, e fazem com que esqueçamos, por alguns minutos das “contas a pagar”.

Essa inversão de valores, na qual “o glúteo” do momento ganha milhões e o trabalhador/desempregado faz bicos para se manter de pé precisa ser questionada.

Sem falar nos recém-formados que tentam “trainner”, concursos, se dedicam e não conseguem nada, simplesmente porque as provas são de “pirar o cabeção”. É um segundo Vestibular, só que bem mais concorrido e bem mais difícil. Para passar em um desses concursos você precisa de no mínimo três anos estudando com bastante afinco.

Do que nós vale o diploma agora? Provavelmente de enfeite, é um diploma axilar. Quantos advogados e médicos não há no Brasil que largaram seus diplomas para vender cachorro-quente na rua? Quantos trabalhadores estão saindo do nosso País atrás de dias melhores? Será que os referidos advogados e médicos não eram bons suficientemente para entrar no mercado de trabalho? Ou eles, infelizmente, não tiveram oportunidade de mostrarem suas potencialidades?

E as entrevistas? Uma hora seu Curriculum é muito bom, em outras não serve para o perfil da empresa. Uns questionam que você já fez muita coisa para pouca idade, outros reclamam porque você está parado a um mês. Eles têm o poder, eles também são os super-homens do momento. Eles têm as pessoas em suas mãos e podem massacrá-las a gosto.

“Um empreguinho pelo amor de Deus, um empreguinho por caridade”. Não tenha dúvidas que em cada esquina há um brasileiro procurando emprego, não tenha dúvida também que essa busca é árdua e insólita.

Não tenha dúvida também que algo está errado no Brasil. Será os seus filhos? Ou será que o Brasil ainda é o reflexo de um país que foi colônia e continua sendo explorado? Resta saber quem são os exploradores e quem vai salvar os explorados.
TEXTO PUBLICADO EM CRÔNICAS - JORNAL DE MG - CADERNO UAI

O EMPREENDEDOR COMO AGENTE DE MUDANÇA

Em um cenário de constantes mudanças, no qual a globalização, as inovações tecnológicas, a barreira à entradas de novos produtos, a sazonalidade entre outros fatores propiciam o surgimento de um mercado de concorrência acirrada, as empresas precisam inovar e atualizar sempre usando de flexibilidade e rapidez na tomada de decisões para sobreviver em um mundo cada vez mais inconstante.

As empresas devem estar preparadas para assumirem um diferencial, no gerenciamento da empresa, na qualidade, na distribuição do produto, assistência pós venda, política de preços, propaganda e promoção.

Desse modo, para se destacar nesse mercado o profissional tem que ter atitude empreendedora seja como dono de empresa ou funcionário. Deve também ter conhecimento do setor no qual vai atuar.

O empreendedor é um agente de mudanças, é aquele que sonha, visualiza oportunidades, gosta de desafios e está disposto a correr riscos para concretizar seus projetos. É aquele que busca a auto realização, quer ser dono do seu destino e tem o poder de persuadir as pessoas para que se engajem nos seus sonhos.

Porém, não basta vontade de trabalhar por conta própria, é necessário visualizar uma oportunidade e se respaldar através do plano de negócios para detectar sua viabilidade. Isso possibilita um melhor planejamento e o empresário passará a correr apenas riscos calculados, auxiliando desta maneira na tomada de decisões.

Segundo o economista austríaco Shcumpeter o empreendedor está associado ao desenvolvimento econômico, inovação e ao aproveitamento de oportunidades gerando empregos e divisas para o país.

Os grandes empreendedores são pessoas de grande poder de comunicação que enxergam a longo prazo e vêem oportunidades até em situações adversas. Sabem também aprender com os erros e transformá-los em acertos e lições para não cometer mais deslizes.

O empreendedor se faz através da acumulação das habilidades, experiências, know how e contatos. A rede de contatos deve ser bem estruturados de forma que lhe auxiliem e abram portas, para ajudar no crescimento da organização.

Outro fator de destaque é a estratégia, esta visa a capacitar a organização a atingir resultados desejados em um ambiente imprevisível. O que é oportunidade somente pode ser decidido se houver uma estratégia, caso contrário não há como saber o que aproxima a organização dos resultados desejados e o que é desvio e desperdício de recursos.

Assim, deve o empreendedor ser uma pessoa com autonomia, autoconfiança, ter responsabilidade e saber inovar aproveitando as tendências e oportunidades, sendo competitivo dia-a-dia, retendo e conquistando novos clientes, respeitando suas limitações e acreditando em si mesmo.
TEXTO VENCEDOR DO FASCICULO EMPREENDEDORISMO PROMOVIDO PELA GAZETA/ES.

O estranho mundo de Felipe - CONTO

Matilde comia uma feijoada quando sentiu uma pontada na barriga. Seu bebê mexia, pedia para sair daquele lugar que já se encontrava pequeno para ele. A bolsa havia estourado.
Ela estava sozinha em casa, seu marido havia telefonado dizendo para ela não esperá-lo para almoçar, pois tinha uma reunião no exército.
A vizinha que ali passava ouviu os gritos da amiga e correu para ajudá-la. O bebê está nascendo, disse Matilde. Como isso era possível, pensava a amiga, pois o bebê deveria ir ao mundo só daqui há dois meses.
Para piorar a situação, o Hospital ficava do outro lado do rio e só se chegava lá para uma longa travessia de barco, levava horas. O jeito era encontrar alguma parteira por perto. Na Amazônia, local onde moravam, algumas índias faziam tal trabalho em troca de presentes. Algumas eram bastantes amigáveis, outras selvagens.
Claudete foi atrás da Índia Iguaçu famosa na região por realizar mais de 1000 partos. Era uma senhora de 65 anos, muito sábia por sinal. Sua maior tristeza era não ter tido filhos. Supria sua dor ajudando aos outros a colocarem filhos no mundo.
Quando Iguaçu chegou Matilde não queria sua ajuda, mas como não tinha muita opções e já estava sentindo as contrações acabou aceitando a ajuda da parteira.
Matilde deu a luz a dois meninos. De acordo com a cultura indígena gêmeos nunca eram bem-vindos. Para eles, um seria a manifestação do bem e o outro seria a desgraça na família. Ela então estaria fazendo um bem a ambas partes.
Aproveitando que Matilde estava inconsciente, Iguaçu saiu do quarto e falou para Claudete que havia nascido apenas um menino saindo em seguida levando enrolado em panos o outro bebê.
Matilde após retomar a consciência quis vê seu bebê. Era lindo. Olhou atentamente para conferir se o seu pequeno havia nascido normal, mas apesar do filho está aparentemente saudável e o parto não ter tido nenhuma complicação iria levá-lo ao médico assim que sentisse mais forte.
Paulo ao chegar do trabalho chorou emocionado quando segurou pela primeira vez seu filho. Ficou muito orgulhoso por ter tido um menino.
Ele levou seu bebê ao hospital e constatou que apesar do nascimento prematuro tudo estava bem. Passado uns três dias Paulo resolveu agradecer pessoalmente à Iguaçu pela ajuda no parto, porém a senhora havia se mudado para o Pantanal. Para agradecê-la ele teria que se ausentar da cidade, então decidiu que se algum dia a índia voltasse à Manaus falaria com ela.

O tempo passou e Felipe, filho do casal, iria completar cinco anos. A mãe estranhava o comportamento do filho sempre tão distante e alheio à tudo ao seu redor. O pai falava que se tratava de timidez e mais tarde quando ele conhecesse novos amiguinhos ele iria se soltar mais.
A mãe supersticiosa culpava a índia. Por algum motivo não gostava dela, se arrepiava só de lembrar da parteira. O fato é que Felipe crescia e nem sequer falava mamãe, às vezes balbuciava alguma palavra que ninguém entendia.
Nenhum gesto, nenhum sorriso, não chorava, não brincava, somente mexia o corpo para frente e para trás. Sequer piscava os olhos. Ao vê sua mãe era como se ela não existisse, era como se ninguém existisse.
O casal começou a ficar preocupado. Resolveram levá-lo em vários médicos. Nenhum sabia diagnosticar o que o menino tinha de errado. Eles então viajaram rumo ao Acre onde havia melhores profissionais no ramo.
Uma junta médica constatou que Felipe sofria de um mal incurável. Ela era uma criança altista e provavelmente nunca deixaria de ser, estava condenado a viver no silêncio para sempre.
A mãe decidiu salvar sozinha seu filho, se os médicos haviam desistido de seu filho ela não iria fazer o mesmo. Começou a imitá-lo horas à fio fazendo os mesmos movimentos do menino. Ela ía para frente e para trás. Ficou meses fazendo a mesma coisa e Felipe não reagia.
O pai começou a discutir com Matilde, dizia que era inútil tanto sofrimento. Chorava ao ver sua mulher morrer aos poucos. Ela, por sua vez, não deu ouvidos ao seu marido e continuou ali junto ao seu filho procurando entender o mundo dele.
O garoto deu um primeiro passo para cura. Em um desses longos dias quando a mãe já estava desistindo de sua batalha, o menino piscou. Ele piscou. Foi um gesto singelo, porém único e mágico. Matilde agora tinha certeza que sua luta não era em vão.
Ela então espalhou vários brinquedos pela sala, sentou-se em frente a ele e começou a pegar e soltar uma boneca repetidamente. Ele não reagiu ao estímulo.
Havia se passado mais um ano. O casal estava discutindo: Paulo reclamava de seu desleixo com a casa, com a família por uma causa “inútil”. Matilde falava para Paulo não gritar, pois Felipe poderia escutar. Ele ficava mais irritado ainda, pois seu filho nunca teve nenhuma reação. Paulo sofria a sua maneira pela ausência de seu filho e de sua mulher. “ Sua louca, dizia Paulo, este menino não escuta nada, acorda”. No auge da discussão ele fez menção de bater nela foi nesta hora que Felipe pegou uma boneca e jogou no chão.

A mãe correu para abraça-lo. Ele havia reagido. Seu filho a amava, de alguma maneira ele sabia quem ela era e o quanto ela representava. Paulo estava chorando, não conseguia acreditar. Ajoelhado pedia perdão a sua mulher que o abraçou esquecendo o calor da discussão.
Ele disse que a partir daquele momento iria fazer o que fosse possível para ajudar o seu filho e ter de volta sua família. Ele iria ser, finalmente, o pai que nunca fora para Felipe.
Paula aproveitando as féria do exército passou a se dedicar a Felipe. Juntamente com Matilde ele começou a dar atenção e carinho ao filho. Levava o menino ao parque, ao zoológico, ao circo e nada da criança falar.
No parque uma outra criança tentou puxar conversa com Felipe, mas diante da distância do menino acabou ofendendo Felipinho chamando-o de idiota. Coitado de Felipe nem sabia o que se passava, tão pequeno e já sofria o preconceito da sociedade. O pai ficou muito irritado. Sua vontade era bater no menino, mas sabia que aquela atitude era fruto de uma educação distorcida de cidadania e solidariedade. Ele, então, explicou ao menino que seu filho era diferente dos demais, porém era muito amado talvez até mais do que ele. A criança pediu desculpas e saiu pensativa com as palavras do homem.
Passou mais um ano e Felipe tinha voltado a estaca zero. Paulo havia sido transferido para o Pantanal levando consigo sua família.
Perto de sua casa morava a índia Iguaçu com seu filho Diogo Urucu. Ela estava desfalecendo aos poucos, sofria de tuberculose. Seu filho passava o dia ao lado dela em seu leito de morte.
Quando Iguaçu sentiu que iria fechar os olhos para sempre decidiu contar a seu filho que ele tinha uma outra família e ele deveria procurá-la quando ela fosse falar com Deus. Disse tudo o que fez anos atrás e falou que não tinha nenhum arrependimento, pois ao lado dele tinha passado os anos mais felizes de sua vida. Disse apenas que gostaria de ter a compreensão do menino.
Ele prometeu para ela que iria procurar sua outra família na Amazônia, porém deixou claro que ela sempre, em seu coração, iria ser sua mãe. Ela entregou o endereço nas mãos do menino pediu para ele chegar com o seu rosto junto a ela e o beijou suavemente, disse adeus, e fechou os olhos para sempre.
O menino chorava muito. Sua vizinha junto à comunidade arrecadou um pouco de dinheiro para providenciar o enterro, porém não foi suficiente. Um casal recém chegado de Manaus, de condições sócio-econômicas mais elevadas, ficou comovido com a história do garoto e custeou o enterro. Paulo e Matilde nem suspeitavam que a índia morta fosse Iguaçu e o menino seu filho.

Eles ficaram de ir ao enterro, porém chegaram atrasados por causa do trabalho de Paulo. Ele chegou em casa pegou Matilde e Felipe e foram ao cemitério. Quando chegaram encontraram apenas um garoto com uma mochila atrás das costas. Ele jogava flores para sua mãe.
Quando o garoto virou Paulo e Matilde levaram um choque com a semelhança dele com Felipe. Matilde, então, perguntou para onde ele iria com aquela mochila. Ele falou que iria para a Amazônia em busca de sua outra família.
Matilde naquele instante havia entendido tudo e com os olhos cheio de lágrimas dizia ao menino que ele não precisava mais ir à Amazônia porque seus pais estavam ali diante dele.
Urucu sentia dificuldades para se adaptar a nova família principalmente porque vivia como índio em um universo diferente. Ele apenas compreendia seu irmãozinho. Sabia porque ele não falava. Assim como ele Felipe pertencia a outro mundo distante dali e o que fosse feito seria inútil porque só desse modo eles conseguiam ser felizes.

Arcelor Mittal

case da Arcelor Mittal
Título do trabalho:
Belgo Arcelor – vencedora na categoria Ouro do Prêmio Qualidade Espírito Santo(PQES)

Categoria:
Relacionamento com o público interno

Público – alvo:
Funcionários e colaboradores.

Objetivo:
Conscientizar os funcionários e colaboradores da Belgo Arcelor – Usina Grande Vitória para engajarem no projeto da Empresa pela Qualidade Total conquistando, dessa maneira, o Prêmio Qualidade Espírito Santo/2004 categoria Ouro através de um trabalho desenvolvimento em equipe, com ênfase na excelência em Gestão e com foco em resultados.

Recursos de comunicação utilizados:
¨ Pin entregue aos funcionários
¨ Camisas entregues aos funcionários
¨ Conscientização junto aos funcionários da importância sobre a gestão da qualidade.
¨ Boletim informativo

Case:
O prêmio Qualidade Espírito Santo – PQES é uma das ações do Programa para Incremento da Competitividade Sistêmica do Espírito Santo – COMPETE-ES promovida através da Secretaria de desenvolvimento econômico e turismo (SEDETUR). O PQES é a soma do esforço conjunto do Governo do Estado do Espírito Santo e da sociedade, na mobilização para premiar organizações capazes de desempenhar um modelo de gestão cujas ações resultem em racionalidade do processo produtivo, melhoria dos níveis de qualidade e produtividade dos produtos/serviços assim como maior satisfação dos clientes e funcionários.

A Belgo Arcelor - Usina Grande Vitória enquadra-se nesse contexto tornando-se referencial de sucesso empresarial ao conquistar a categoria Ouro no Prêmio qualidade ES/2004 em sua primeira edição. A referida Empresa faz parte do grupo Arcelor, maior grupo siderúrgico do mundo, com sede em Luxemburgo. Sua missão é fornecer aço de alta qualidade com custo competitivo para o mercado interno e externo buscando harmonia entre a atividade industrial, o homem e o meio ambiente, focada na qualidade e responsabilidade social.

Isso significa que a Usina Grande Vitória conquistou o Prêmio PQES agregando em sua infra-estrutura os Critérios de Excelência em qualidade, ou seja, com base na liderança e constância de propósitos, sendo papel da organização manter um ambiente apropriado à autonomia, melhoria, inovação, agilidade, ética e aprendizado organizacional das pessoas; na visão de futuro refletida no compromisso de assumir riscos calculados à longo prazo antecipando as novas tendências de mercado, aos novos cenários, ao desenvolvimento tecnológico e aos anseios da sociedade; no foco no cliente e no mercado, pontos de partida na busca de excelência do desempenho da organização; na responsabilidade social e ética adotando políticas de segurança, saúde pública, e proteção ambiental; e na decisão baseada em fatos pertinentes para facilitar a toada de decisões através do uso sistemático de informações comparativas.

Além disso, a valorização das pessoas através da sinergia entre equipes, a inovação gerando idéias que se incorporem continuamente aos processos e produtos da organização bem como foco nos resultados, agilidade, visão sistêmica e aprendizado organizacional fazem da Usina Grande Vitória uma Empresa consolidada e pró – ativa voltada para continuar desenvolvendo um sistema de trabalho sob a ótica da qualidade de forma alinhada com as perspectivas do mercado, atrelada ao desempenho da equipe, ao fornecimento de bons produtos/serviços e a um clima organizacional direcionado ao futuro.

O Prêmio Qualidade Categoria Ouro Belgo Arcelor - Usina Grande Vitória também é resultado da conscientização dos funcionários da Empresa sobre a importância da qualidade através de treinamentos, distribuição de camisas e pin, possibilitando aos empregados um engajamento salutar em busca de um objetivo maior: a excelência em qualidade. Uma estratégia de comunicação com operadores, supervisores e gerentes através de reuniões extraordinárias e distribuição de material informativo foi efetivada com a finalidade dos funcionários conhecerem a política e diretrizes da Belgo bem como tomar conhecimento da importância de sua participação nesse processo de qualificação de serviços. Além disso, o material informativo apresentava os benefícios e as atribuições para que os funcionários e colaboradores pudessem caminhar rumo ao crescimento sustentável sendo capazes, inclusive, de delimitar as possíveis entrevistas feitas pelos avaliadores do Prêmio Qualidade do ES.

Quanto à política da Belgo, ela se traduz pelo seu caráter inovador, na qualidade do produto e no atendimento, com custo competitivo no mercado interno e capacidade para exportação, buscando sintonia entre indústria, ambiente e desenvolvimento sustentável. Suas diretrizes principais referem-se a redução de custos e superação dos resultados previstos; a excelência em modelo de Gestão; atendimento de qualidade proporcionando reconhecimento junto aos clientes; a manutenção da competitividade atendendo a legislação vigente e respeitando o meio ambiente; e a busca “Zero acidente” para funcionários e subcontratados através do comprometimento de todos.

Para tanto, os funcionários têm participação efetiva na Empresa. Os operadores são envolvidos na solução de problemas da área. Existe o Programa CRIE no qual os operadores registram suas idéias em formulário próprio. Caso aprovada, o trabalhador recebe um valor em dinheiro como incentivo para participar mais vezes. Há ainda reuniões diárias de segurança, reunião de itens de controle, jogos de integração, festa de Natal, incentivo à formação escolar(FUBRAE), plano de saúde e Programa de Desenvolvimento de Líderes(PDL).

Assim o Sistema de Gestão pela qualidade total é suporte para todos os outros sistemas de gestão utilizados na organização. A Empresa Belgo adota há mais de uma década o sistema de Gestão pela Qualidade Total, permitindo a renovação anual das certificações nas normas ISO 9000, ISO 14000, QS 9000 e mia recentemente a AS 8800. Meio ambiente, saúde e segurança ocupacional são áreas gerenciais de forma integrada e reconhecidas publicamente pelas certificações ISO 14001 e BS 8800. Ferramentas como o CEDAC, Plano de sugestões, Análise de Anomalias, Programa 5S bem como Programa de Qualidade Seis Sigmas também contribuem de forma significativa na maximização da qualidade de seus serviços/produtos. O Programa Seis Sigmas, por exemplo, foi introduzido para reduzir custos, eliminar falhas e agilizar as entregas, abrangendo todas áreas funcionais da Empresa. O curso Seis Sigmas oferece aos participantes uma metodologia para a identificação e solução de problemas e lhes concede o Certificado de Especialistas em Gestão Avançada da Qualidade. Segundo o relatório anual 2003, já certificou 40 profissionais, cujos projetos aplicativos proporcionaram um retorno financeiro de R$ 114 milhões tendo mais de 200 profissionais treinados com classificação black belt(“faixa preta”).

Tudo isso possibilita que a Belgo Arcelor - Usina Grande Vitória reafirme seu compromisso com a sociedade, com seus funcionários e clientes transformando desafios em um processo contínuo de troca de conhecimentos, aprendizado, crescimento sustentável e progresso. A Usina Grande Vitória segue desse modo “os primeiros passos de excelência” para a melhoria contínua no ramo da construção civil.

Trabalho realizado para Multi Comunicação em virtude do prêmio AMBERJ

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Visite também...

Que tal dá uma passada de olhos em um blog descontraído e de fácil leitura. Entre no meu outro Blog: www.blogdaflaviavarela.blogspot.com e deixe seu recadinho. Estou adorando esta possibilidade de mander um diálogo próximo com os internautas e possíveis leitores do meu trabalho.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Vitória é a nova aposta do cineasta


Breno Silveira. O cineasta tem planos para Vitória e revela que pretende filmar na cidade em breve. Ele escreve um roteiro para a ilha do mel e define o Estado como um lugar de muitas paisagens, com um potencial geográfico privilegiado. Silveira esteve na Faesa, no último dia oito de agosto, quando conversou com os estudantes sobre cinema e apresentou o making off do filme 'Era uma vez'.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Perfil do diretor de "2 filhos de Francisco"

Profissional multimídia lança seu novo filme e tem planos para a Ilha do mel


Era uma vez um homem discreto que tinha como distração andar de bicicleta. Em cada pedalada, seu pensamento vagava em projetos e desejos. Ele tinha um sonho de criar uma história que pudesse comover o País inteiro e assim ser reconhecido como cineasta. Apesar das dificuldades de se trabalhar com cinema no Brasil, o aspirante a diretor não desistiu de seus ideais e como bom aquariano acreditou que seus projetos iriam concretizar e ganhar forma.

Socorro, um médico. Chamem a ambulância porque vocês vão conhecer um homem movido à emoção. Breno Silveira nasceu em 05 de fevereiro de 1964. Desde os 19 anos sonhava em fazer cinema, mas ele estourou no mercado somente depois de 23 anos de trabalho, com o filme Dois Filhos de Francisco. Avesso ao mundo sertanejo, ele a princípio relutou em fazer uma biografia de Zezé de Camargo e Luciano, porém ao conhecer a história do pai da dupla ficou encantado com o exemplo de vida do agricultor.

No filme, ele se despiu de seus preconceitos e colocou as mãos na massa com o objetivo de fazer com que a película ganhasse “alma”. Fez laboratório em Goiânia e se colocou no lugar de cada personagem criado. O segredo do sucesso foi se entregar de coração ao universo sertanejo, Silveira queria fazer algo que tocasse as pessoas, mexesse com as relações humanas e conseguiu o reconhecimento.

Dois Filhos de Francisco foi um divisor de águas em sua profissão. O ex-estudante de biologia que gostava de fotografar percorreu um longo caminho até o sucesso. Desistiu de biologia e foi ser estudante de jornalismo, mas também trancou a faculdade desse curso. Ele já estava encantado com o mundo do cinema e com a fotografia até que, através de uma OGN, conseguiu uma bolsa para estudar fotografia de cinema em Paris. Sem saber falar francês o aventureiro brasileiro voltou com todo gás e com o entusiasmo de saber valorizar o Brasil.

Já em solo tupiniquim, Silveira produziu vários longas, entre eles, Carlota Joaquina, Eu, Tu, Eles e o Homem do Ano. Também desenvolveu trabalhos como diretor de comerciais, de documentários e produziu videoclipes que lhe renderam mais de dez MTV Awards, entre melhor fotografia, melhor direção e melhor videoclipe do ano, ao lado de diretores como Andrucha Waddington e Katia Lund, entre outros.

Essa inquietude de fazer várias coisas ao mesmo tempo, típica de aquarianos, faz do cineasta um multimídia preocupado em mexer com os sentimentos das pessoas. Uma pessoa simples que tem como sonho viver só de cinema no Brasil.

Desde 1996, ele é sócio da produtora Conspiração Filmes reconhecida como uma das maiores produtoras independentes do País voltada para trabalhos nas áreas de cinema, publicidade, TV e conteúdo corporativo. Agora o cineasta lança no mercado mais um filme o Era uma vez... uma história de amor que promete surpreender o telespectador com ingredientes como o preconceito e contrates sociais. Se com Dois Filhos de Francisco Silveira quis passar a mensagem de que as pessoas não devem desistir de seus sonhos com o atual ele pretende fazer as pessoas a olharem para o lado e dizer “me perceba, sou humano”.

Silveira tem projetos paralelos que se encontram em sigilo, porém ele adianta que em seus planos está Vitória. Ele escreve um roteiro para a ilha do mel e define o Estado como um lugar de muitas paisagens, com um potencial geográfico privilegiado. Silveira esteve na Faesa, no último dia oito, quando conversou com os estudantes sobre cinema e apresentou o making off do filme era uma vez. No final da palestra, o cineasta conversou com estudantes que têm sonhos de serem atores, atrizes e roteiristas. Sempre atencioso, deu conselhos e dicas para quem deseja encaminhar nessa área.

Esse profissional que respira trabalho quando não está em plena atividade gosta mesmo é de ir para o sítio relaxar ou simplesmente andar de bicicleta. Pedala Breninho, um orgulho para o cinema brasileiro que conseguiu levar mais de 5 milhões de espectadores as telas de cinema e bateu filmes como Batman e Hulk.